Mojo Night, com Los Interesantes Hombres Sin Nombre

Casos de Rock n’ Roll apresenta: Mojo NIght, com Los Interesantes Hombres Sin Nombre.

Dia 04/08, a banda Los Interesantes Hombres Sin Nombre, toma o palco do The Pub, para estréia da Mojo NIght, show com repertório que vai do Blues ao Classic Rock!
Venha conferir o groove desse power trio de hombres sin nombre!

Serviços:
Dia: 04.08 (quinta-feira)
Horário: a partir das 22h00
Local: The Pub – Rua Augusta, 580

losinteresantes
Entrada
Mulher: R$ 10,00 (consumindo acima de R$ 20,00 , não paga a entrada)
Homem: R$ 15,00 (consumindo acima de R$ 30,00 , não paga a entrada)

SOBRE O THE PUB
Localizado na Rua Augusta, centro boêmio da cidade, é o pub inglês mais autêntico de São Paulo. Conta com vasta carta de cervejas importadas, os melhores lanches da região e muito blues e rock n’ roll, para embalar os corações dos notívagos insones.

QUEM SÃO OS HOMBRES SIN NOMBRE?
Los Interesantes Hombres Sin Nombre, trio de blues, rhythm & blues e rock and roll blueseiro, formado no fim de 2015, é uma espécie de Zimbo Trioi do blues no sentido de que seus integrantes já haviam firmado reputações, juntos e separados, em outros projetos.

Marcos Mamuth, guitarrista e vocalista, é a mais grata surpresa deste trio, pois, apesar de seus quase 40 anos de carreira, tem aparecido relativamente pouco e bem menos do que merece. Já gravou dois CDs de composições próprias, sempre tocando blues, rock e folk.

Carlinhos Machado é baterista e toca também nas bandas Kim Kehl & os Kurandeiros, Confraria Fusa e Nu Descendo A Escada (este ao lado de Ciro Pessoa), além de ter sido integrante das bandas Trupi (liderada por Gerson Conrad), Blue Trip e Acapulco Golden.

Ayrton Mugnaini Jr., contrabaixista kamikaze e compositor compulsivo (inclusive membro do Língua de Trapo e um dos diretores do Clube Caiubi de Compositores), no campo do blues tocou em canjas, shows ou gravações com Nasi, Kim Kehl, Nuno Mindelis, André Christovam, Fernando Naylor, Magic Slim e Bee Scott.

E os três já se conheciam antes de formarem o LIHSN; Mugnaini tocou num dos CDs de Mamuth e em várias gravações de Kim Kehl.

O repertório de LIHSN foge do comum e até modifica o segredo de alguns chavões. O trio está ciente de que o blues não é apenas sofrimento mas também alegria e bom humor, “dor criada para curar dor”. O blues, tendo vendido a alma ao Diabo, não se importa em cometer algumas heresias. “She’s A Woman” dos Beatles,entrou porque LIHSN descobriram semelhança com “My Babe” de Willie Dixon via Little Walter “Ouça”, o famoso samba-canção de Maysa, revela-se como o blues que sempre foi. “Walking The Dog”, “Hoochie Coochie Man”, “Ain’t No Sunshine” e “As The Years Go Passing By” ganham nova cara e nova vida. Justamente pela ausência de purismo, o fato de nenhum dos LIHSN ser tabagista não os impediu de mandarem ver “Fumando Na Escuridão” de Celso Blues Boy.

E tudo isso sem falar no repertório próprio, composto por Mamuth e Mugnaini sozinhos ou em parceria: “Barril De Fel”, “Ela É Tudo De Bom (E Só Podia Ser)”, “Trem Fantasma”, “Lost And Not Found”, “A Face Do Estranho”, “O Caminho Do Meio” e até “Rebel Dog Blues”, composição de Mug (com Valdir Angeli) que já se tornou standard do blues brasileiro.

Muy bien, aí estão Los Interesantes Hombres Sin Nombre, bons de se conhecer ou reouvir. Dance, ria, chore, divirta-se, sozinho ou em boa companhia. Blues brasileiro também é blues, e LIHSN fazem blues brasileiro do bom. É conferir para concordar.

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