Especial Base Rock – parte II

Edição: Amanda Cipullo
Fotos: Davi Valente

Nessa segunda parte do Especial Base Rock, apresentamos a entrevista que fizemos com Ma Giovananni – uma das cabeças por trás desse projeto. Nossa conversa rolou depois da quinta edição da Base Rock, e ele nos contou um pouco sobre os planos para o futuro, o que mudou desde o início e a repercussão que tem rolado.

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Casos de Rock n’Roll: O que mudou desde a primeira edição?
Ma Giovananni: Praticamente tudo, a primeira edição foi um ensaio, estávamos pisando em um terreno novo, embora alguns dos músicos do projeto tenham anos de estrada e sejam extremamente experientes, criar e produzir não apenas um show, e sim um projeto ambicioso, foi uma novidade para todos. Demos alguns passos maiores que nossas pernas, erramos um pouquinho aqui, um pouquinho ali, mas nós já esperávamos isso, nada saiu fora do planejado, o que foi bom, porque pudemos avaliar nossos erros e acertos, acentuamos o que funcionou e passamos a corrigir o que não deu certo. Mesmo assim se eu fosse fazer um prognóstico do primeiro show, eu diria que foi sim um sucesso. Aquém do esperado? Sim. Mas muito melhor do que as possibilidades reais daquele momento, o projeto era novo e ainda passa por uma período de maturação.

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Casos de Rock n’Roll: Vocês sentem que houve uma evolução de público, estrutura e etc?

Ma Giovananni: Houve sim uma evolução no público, considerável eu diria, as pessoas estão começando a conhecer e entender a Base Rock, e o nosso objetivo principal tem sido concluído – dentro do nosso alcance, claro -, estamos miscigenando o público, fazendo esse intercâmbio de públicos entre as bandas, quebrando alguns paradigmas, e o nosso foco é fazer isso em uma escala cada vez maior. Quanto a estrutura, no que diz respeito a estrutura física, depende muito da casa onde os eventos acontecem, agora no que diz respeito a estrutura do projeto, nós estamos em constante processo de evolução, e nos últimos meses tem sido notável esta crescente, estamos nos tornando cada vez maior, e neste momento estamos fazendo-o de forma ordenada, profissionalizando a coisa.

Casos de Rock n’Roll: As coisas já estão exatamente como querem ou se há algo para se aperfeiçoado?

Ma Giovananni: Olha, sempre há algo a ser aperfeiçoado, acho que a busca incessante pela perfeição é o que fazem as coisas acontecerem, mesmo que nós saibamos que perfeição é algo que não se alcança, mas mesmo assim eu acredito que é melhor nos apegarmos a ideia de perfeição do que nos contentarmos com a mediocridade do conformismo. Sempre existirá algo a ser melhorado, aperfeiçoado, mudado.

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Casos de Rock n’Roll: E, pra finalizar, quais são os planos para o futuro?

Ma Giovananni: Estamos pensando em muitas coisas, temos diversos planos, mas estamos tratando a maioria em sigilo, o que posso adiantar é que iniciamos a fase dois do projeto, e a Base Rock está crescendo, nas próximas semanas já teremos novidades.

Perdeu a primeira parte do nosso especial? Não tem problema, nós te ajudamos:

Especial Base Rock – parte I

Edição: Amanda Cipullo

Confira todas as fotos aqui  BASE ROCK V @ HANGAR 110 – Fotos por DAVI VALENTE)

Sobre a autora

Amanda Cipullo
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Editora de (e do) Casos, formada em publicidade. Jornalista por acaso; atriz e escritora por paixão.
Acredita que pedras que rolam não criam limo, e é esse tipo de história que relata por aqui.

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